- Autor
- Coleção
- ISBN 9789896232283
- PVP 19.99 € (IVA incluído)
- preço livre
- 1ª Edição setembro 2016
- Edição atual 1.ª
- Páginas 344
- Dimensões 150 X 225 mm
«A poesia faz renascer a prosa exaltando-a. O Coração do Homem multiplica os mais diferentes pontos de vista de pessoas definidas pela geografia.» - L' Humanité
«Uma das obras de literatura nórdica mais ambiciosas dos últimos anos.» - VG
A natureza, vasta e insondável, é impassível face ao destino dos homens. Somente a palavra os pode salvar. Se o rapaz ainda se encontra no mundo dos vivos é porque, no seu delírio, fala. Ele e Jens, um dos seus companheiros de viagem, sobreviveram a uma tempestade de neve. Acordaram os dois longe de casa, numa aldeia de pescadores perdida nos longínquos fiordes do Norte. O terceiro deles ficou para sempre aprisionado no gelo.
Mas Álfheiður, uma jovem de cabelos ruivos e olhos verdes, cuidará dele até que restaure as suas forças e inicie o seu regresso a casa. Entretanto, a sua busca pelo sentido da vida torna-se uma outra viagem iniciática através do amor e das palavras, porque «devemos viver de maneira a derrotar a morte, é a única coisa que sabemos e podemos fazer» e só as palavras podem dar corpo aos sonhos, mudar um destino e elevar-nos acima do tempo.
Tendo por cenário a natureza hostil do extremo norte da Islândia no século XIX, O Coração do Homem, romance com o qual Jón Kalman Stefánsson conclui a trilogia iniciada com Paraíso e Inferno e A Tristeza dos Anjos, é uma profunda indagação sobre a vida, o amor e o desejo, escrito com sublime simplicidade e poesia.
Jón Kalman Stefánsson nasceu em Reiquiavique, em 1963.
Os seus livros, publicados em 27 países, foram distinguidos com numerosos prémios, entre os quais se destacam o prestigiado prémio de literatura islandesa P.O. Enquist, em 2011, e o Bottari Lattes Grinzane, tendo sido igualmente finalista dos prémios Fémina Étranger, Médicis e Independent.
Outros livros do mesmo autor
Tristeza dos Anjos
Com a voz encantada de poesia, Jón Kalman Stéfansson narra uma viagem rumo à origem da própria existência, onde a mais dura das condições convive com a mais vertiginosa das liberdades.
Paraíso e Inferno
Islândia, século XIX: um pequeno barco de pesca ao largo de um ponto remoto da ilha é apanhado no meio de um violento temporal.