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Jezabel

Publicado originalmente em 1936, e até hoje inédito no nosso país, Jezabel é um dos mais importantes romances de Irène Némirovsky.

Romance 11, Livro 18

Um livro definido pela crítica como «impiedoso, cómico e brilhante», no qual o autor sonda até ao extremo o paradoxo da própria condição humana.

O Zen e a Arte da Escrita

Um livro único de um dos maiores escritores da literatura norte-americana. Um grande contador de histórias, um criador de mitos.

Um Bárbaro no Jardim

O poeta Zbigniew Herbert explora história, arquitetura, pintura e a biografia de homens ilustres, num dos mais famosos livros de viagens da literatura europeia.

As Armas Secretas

Volume que inclui vários contos sobre os derradeiros dias de vida do músico Charlie Parker, que o próprio autor considerou ser um dos momentos de definição da sua carreira.

Histórias de Cronópios e de Famas

A criação mais feliz e absoluta de Cortázar. Nova tradução e renovado design.

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Notícias

Obra com a qual Dag Solstad recebeu pela segunda vez o prestigiado Prémio da Crítica na Noruega, «Romance 11, Livro 18» foi definido como «impiedoso, cómico e brilhante». Nele, o autor sonda até ao extremo o paradoxo da própria condição humana. Autor de mais de trinta livros, entre romances, contos e peças de teatro, Dag Solstad é considerado o mais distinto romancista norueguês contemporâneo. «Romance 11, Livro 18» está disponível em todas as livrarias. www.cavalodeferro.pt/livros/romance-11-livro-18

Publicado originalmente em 1936, e até hoje inédito no nosso país, «Jezabel» é um dos mais importantes romances de Irène Némirovsky. O retrato desapiedado e fascinante de uma 'femme fatale' que se confronta com os seus demónios pessoais. «Némirovsky já foi comparada a Tolstói, Tchékhov, Turgenev e Dostoiévski. Mas nenhuma comparação faz justiça à sua absoluta originalidade ou inteligência.» — The Guardian Leia as primeiras páginas em www.cavalodeferro.pt/livros/jezabel

Cavalo de Ferro's cover photo

Da ucraniana Irène Némirovsky, de quem publicámos em abril «As Moscas de Outono», chega agora às livrarias «Jezabel», o retrato desapiedado e fascinante de uma 'femme fatale' que se confronta com os seus demónios pessoais. Do norueguês Dag Solstad, autor de «A Noite do Professor Andersen» (2018), podemos agora ler «Romance 11, Livro 18», traduzido do original norueguês. Um livro «impiedoso, cómico e brilhante», distinguido com o Prémio da Crítica da Noruega. www.cavalodeferro.pt

Com uma capacidade comunicativa ímpar, Bradbury escreve como quem conversa, incentiva e ensina com conselhos práticos a percorrer o trabalhoso caminho da arte da escrita — desde o cultivar de uma ideia original ao desenvolver de uma voz e de um estilo. Uma porta de entrada privilegiada, que revela os bastidores de um dos mais singulares universos da literatura. «O Zen e a Arte da Escrita» está disponível em todas as livrarias. www.cavalodeferro.pt/livros/o-zen-e-a-arte-da-escrita

Zbigniew Herbert, poeta, dramaturgo e ensaísta polaco, é considerado um dos grandes nomes da literatura europeia do século XX. «Um Bárbaro no Jardim» é o famoso livro de ensaios de viagem em que o pensamento erudito e a observação poética do real se fundem. Primeira publicação em Portugal, com tradução do original polaco de Teresa Fernandes Swiatkiewicz. Disponível em todas as livrarias. www.cavalodeferro.pt/livros/um-barbaro-no-jardim

Cavalo de Ferro's cover photo

Duas apostas no ensaio, sobre escrita e viagens, de dois autores marcantes do século XX norte-americano e europeu, assinalam a rentrée da Cavalo de Ferro: «O Zen e a Arte da Escrita», de Ray Bradbury, pela primeira vez editado em Portugal, e «Um Bárbaro no Jardim», do poeta polaco Zbignew Herbert, igualmente inédito entre nós. https://www.cavalodeferro.pt/

Novos livros de Ali Smith e Virginie Despentes publicados em outubro

Novidades do último trimestre do ano: Depois de «Viagens», publicamos «Conduz o Teu Arado Sobre os Ossos dos Mortos», último livro da polaca Olga Tokarczuk, vencedora do Man Booker Prize International. O livro chega às livrarias em outubro. Em setembro, publicamos os romances «Na Floresta», de Edna O’Brien, e «Orlando: uma biografia», de Virginia Woolf. Na não-ficção, «O Zen e a Arte da Escrita», de Ray Bradbury, e «Um Bárbaro no Jardim», de Zbigniew Herbert. Em outubro, lançamos «A Marcha de Radetzky», de Joseph Roth.

Julio Cortázar nasceu a 26 de agosto de 1914. Considerado um dos autores mais inovadores e originais do seu tempo, o seu romance «O Jogo do Mundo – Rayuela» inaugurou uma nova forma de fazer literatura. Na Cavalo de Ferro temos vindo a reeditar a sua obra, sendo um dos últimos títulos a regressar às livrarias, o volume de textos «Histórias de Cronópios e de Famas», com prefácio de Italo Calvino e histórias inéditas. www.cavalodeferro.pt/autores/julio-cortazar

Ray Bradbury nasceu a 22 de agosto de 1920. Um dos maiores escritores da literatura norte-americana, um grande contador de histórias e um criador de mitos. Do autor, publicámos em maio «A Morte É um Acto Solitário», policial negro em registo semi-autobiográfico. A 2 de setembro, chega pela primeira vez às livrarias «O Zen e a Arte da Escrita», conjunto de textos nos quais partilha com o leitor a sua experiência e entusiasmo pela própria arte da escrita.

Leitura da Semana: As Moscas de Outono, de Irène Némirovsky (Cavalo de Ferro)

«"As Moscas de Outono" é um dos seus primeiros romances, publicado em 1931. Apesar do nome e prestígio que ganha como escritora, quando a França entra em guerra a autora é impedida de escrever e os seus livros tornam-se proibidos. Em 1942 é detida e deportada para o campo de concentração de Auschwitz.»

"A Justiça de Yerney", de Ivan Cankar

«Caminhar descalço sobre pedras de arestas vivas. Eis o caminho de Yerney, peregrino solitário com destino inalcançável. A interrogação de Yerney é a força motriz para Ivan Cankar escrever esta novela: “Trabalhei durante quarenta anos; construí uma casa; o meu suor adubou os campos e as pastagens. A quem pertence tudo isto?”» «A Justiça de Yerney» está disponível em todas as livrarias.

Hermann Hesse deixou-nos a 9 de agosto de 1962. No conjunto de textos ensaísticos que compõem a obra «Uma Biblioteca da Literatura Universal», o autor guia-nos pela floresta de papel da literatura, intro­duzindo-nos à «magia do livro». Explica com clareza o que significa encontrar um livro, acontecimento que pode ser tão ou mais importante do que o encontro com outra pessoa. Ajuda-nos com o passo mais delicado e fundamental: a criação da nossa própria biblioteca. Sugere-nos livros incontornáveis e explica-nos porque devemos travar conhecimento com eles. Reflecte de forma actualíssima sobre o universo da leitura e da escrita. «A leitura sem amor, o saber sem reverência e a cultura sem coração estão entre os piores pecados que se podem cometer contra o espírito.»

Romance de espera e pouca salvação

Elegante, existencial, erudito mas simples, «Zama», do argentino Antonio Di Benedetto é um magnífico objeto estranho na literatura sul-americana.

A história de Yerney é a mais triste do mundo

«Ao ler as páginas de "A Justiça de Yerney", é difícil não ter vontade de fazer alguma coisa para mudar o destino do velho camponês, trabalhador e temente a Deus, símbolo de uma classe sem direitos, numa altura em que a servidão continuava a existir. Porque o destino de Yerney era o destino de todos os trabalhadores.»

'Época de Migração Para Norte' volta às livrarias 53 anos depois

Publicado originalmente em 1966, «Época de Migração Para Norte», de Tayeb Salih, é considerado «um dos romances mais marcantes sobre o impacto do colonialismo europeu».

A outra distopia de Ray Bradbury

«Bradbury equilibra dois estilos de escrita muito diferentes — o romance psicológico e introspetivo e o mistério policial. Um alimenta o outro, numa simbiose literária. A isto acrescenta uma imagética muito cinematográfica. Para quem gostava de ler um romance de Dostoiévski com uma estética de filme noir com direito a femme fatale, este é o livro.» «A Morte É um Acto Solitário» está disponível em todas as livrarias.

O inverno de Paris é o mais cruel

«"As Moscas de Outono" é a história do declínio dos Karine, uma família russa apanhada pela Revolução. O romance, um relato belo e comovente, foi escrito por quem sentiu na pele as dores da guerra.»

Ficção, banda desenhada e histórias de outros mundos: escolhemos 29 livros para o verão

Sugestões de leitura para o verão: «Pequenas Cadeiras Vermelhas», de Edna O’Brien, «é uma espécie de vá para fora cá dentro. Embora aparente ser sobre um criminoso de guerra bósnio fugido à justiça que se tenta fazer passar por curandeiro sexual, o penúltimo romance de Edna O’Brien é, na verdade, sobre uma Irlanda rural que nos é muito familiar.» «As Moscas de Outono», de Irène Nemirovsky: «Testemunho belo e comovente das consequências da guerra, "As Moscas de Outono" mostra um lado diferente da Revolução Russa, humanizando um episódio que, para muitos, não passa de um mero apontamento histórico.»

O Livro do Dia - ″A Aventura de um Fotógrafo em La Plata″, Adolfo Bioy Casares

«Parece à primeira vista um livro de aventuras, mas talvez seja também um livro político. O escritor argentino Adolfo Bioy Casares publicou o romance "A Aventura de um Fotógrafo em La Plata" em 1985, apenas dois anos depois de terminada a ditadura que, ao longo de quase uma década, fez desaparecer milhares de pessoas.»

A Mente Aprisionada - Czeslaw Milosz

O escritor José Jorge Letria recomenda a leitura de «A Mente Aprisionada», de Czeslaw Milosz, Prémio Nobel de Literatura. «Um livro que se lê com prazer e, sobretudo, com o gosto da descoberta de uma realidade histórica. E que é também um apelo ao nosso empenho cívico na defesa da liberdade.»

A Escolha do Jorge: "A Justiça de Yerney"

«Em boa hora regressa às livrarias “A Justiça de Yerney”, uma das obras mais significativas de Ivan Cankar (1876-1918), um nome maior da literatura eslovena do século XX. A 1.ª edição desta novela em língua portuguesa ocorreu em 2004, ano em que a Eslovénia integrou a União Europeia a par de outros nove países da Europa Central e de Leste. Como forma de dar a conhecer um pouco da literatura desses países, a Cavalo de Ferro publicou uma colecção de dez obras, divulgando, dessa forma, escritores e obras de países como Hungria, Eslováquia, Polónia, Estónia, Chipre, Eslovénia, entre outros.»

«No restaurante dos cronópios acontecem estas coisas, a saber, um fama pede com grande concentração um bife com batatas fritas e fica de cara à banda quando o cronópio empregado lhe pergunta quantas batatas fritas quer.» Uma das invenções literárias mais iconográficas de Cortázar, que cunhou com esta obra os termos Cronópios e Famas, dando-lhes atributos e personalidade que extravasam o próprio universo do autor. Esta nova edição, além de contar com nova tradução a partir do castelhano, é enriquecida com um prefácio de Italo Calvino e histórias recém-descobertas, não incluídas na edição original. Leia as primeiras páginas em www.cavalodeferro.pt/livros/historias-de-cronopios-e-de-famas

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Regresso às livrarias de «Histórias de Cronópios e de Famas», de Julio Cortázar, considerada uma das invenções literárias mais iconográficas do autor argentino. Esta edição conta com nova tradução de Isabel Pettermann, um prefácio de Italo Calvino e histórias inéditas. www.cavalodeferro.pt/autores/julio-cortazar

Shirley Jackson. Um bilhete premiado para a escola do medo literário

«“A Lotaria” tornou-se um clássico instantâneo, adaptado aos palcos, à televisão, à ópera e ao ballet, e aparecendo até num episódio de “Os Simpsons”, o sofá mais icónico dos EUA. Mas a sua mensagem está longe de se esgotar numa fait divers da cultura pop (...). Os sinais de alerta estão no seguidismo, na cegueira da carneirada, na perpetuação das mais enraizadas tradições sem questionamento (...). É impossível seguir por cada conto sem sentir o desconforto, naquele perturbador toque de fantástico e mistério que molda cada experiência.»

Três romances de estreia que foram sucessos imediatos nas novidades livreiras de julho

Chega às livrarias a 8 de julho, «Histórias de Cronópios e de Famas», de Julio Cortázar, com nova tradução de Isabel Pettermann, considerada uma das invenções literárias mais iconográficas do autor argentino. Esta edição é enriquecida com um prefácio de Italo Calvino e inclui histórias inéditas. Do mesmo autor, vamos reeditar com novo design «A Volta ao Dia em 80 Mundos» e «As Armas Secretas».